2025 começou.
2025 tá ON. Essa é a décima (10°) postagem do blog.
Feliz 2025 para quem acompanha esse blog.
2025 começou, e por minha sorte, minha filha passou
Réveillon comigo, vindo ficar comigo a partir do dia 27 de dezembro. Além de
caminhadas na praia, e aulas de bike indoor na academia; o último dia do ano, o
mar apresentou algumas ondas de 0,5m em Santos (aonde moramos), e consegui
leva-la para surfar. Ainda está aprendendo, mas a cada dia que passa,
melhorando e ficando de pé mais tempo, e andando nas ondas, mesmo espumada.
Durante o período que ela ficou comigo, tiveram muitos dias
de chuva, e, por esse motivo, adiamos os planos de acampar por alguns dias. Mas
programamos um passeio de canoa havaiana, logo no dia 3 de janeiro, para
iniciar o ano com energia renovada, novamente com a Canoa Caiçara (que eu já
citei aqui em outra postagem), quando fizemos nosso primeiro passeio juntos.
Sobre o acampamento, acompanhei a previsão de chuvas, e
decidimos sair dia 11 de janeiro (sábado), e voltarmos dia 12 de janeiro.
Apenas 1 dia de acampamento, porém, o suficiente para aumentar vínculo e criar
histórias.
Primeira coisa que preciso comentar é que uma amiga da minha
filha foi junto. Tanto na canoa havaiana (foi junto com a mãe), quanto no
acampamento. Fiquei muito feliz com a companhia, pois era o sonho da amiga,
fazer um acampamento (pelas palavras da própria mãe).
Outro amigo meu, tentou organizar para ir junto, para levar
esposa e filho, porém, acabou desistindo devido outros compromissos.
Como sempre, verifico o clima, e abro um “leque” de opções
de camping, que possuam chuveiro de água quente, e estrutura para receber de
forma adequada (com wi-fi, geladeira, e outras opções se necessário).
Verifiquei novamente o camping em Biritiba Mirim (Verde
Nascente, que é conhecido como lagoa esmeralda) mas, como ainda não possui
chuveiro de água quente, fui procurar outro. Camping Pousada Pedra Grande
Adventure Park Atibaia (https://www.pedragrandeadventurepark.com.br/ ) foi um
que me agradou muito, por ter muitas atividades como trilhas, passeio de 4x4, acho
que até rapel, porém, por estar acompanhado de uma menor de idade que eu teria
a responsabilidade de cuidar, optei em lugar mais próximo. Outro camping que eu
procurei, foi na serra do Japi, em Jundiaí, chamado Sítio Serra das Paineiras https://www.serradaspaineiras.com.br/
, que, ao pesquisar, tem muitas atividades. Gostei bastante, mas acabei optando
por outro, pois eles abrem apenas de quinta a domingo (e feriados), e o
planejado era fazer esse camping durante a semana. Porém, acabamos indo num fim
de semana. Mas deixamos anotado para fazer numa próxima oportunidade.
Como fizemos o nosso primeiro acampamento em Salesópolis, no
sítio Chão D’água (https://maps.app.goo.gl/xSkoY7tu9pSZTpAeA)
, entramos em contato também, pois já sabíamos que a estrutura é boa, pois
levaríamos a amiga da minha filha pela primeira vez. Além de entrarmos em
contato com o camping Pinheirinho (https://maps.app.goo.gl/YvRCmKBtB6i1jUTUA)
, já dentro do parque pinheirinho de Salesópolis. E, por esse motivo, optamos
por esse camping.
O Camping Pinheirinho, tem uma estrutura muito boa. Wi-Fi, chuveiro quente, várias opções de lugar para montar a barraca, churrasqueira, uma cozinha com fogão, geladeira, e mesa para quem preferir fazer comida na área interna, além do excelente atendimento do Robson como anfitrião, pessoa maravilhosa e atencioso. Ainda recebemos uma extensão elétrica com filtro em linha para colocar os celulares para carregar.
Essa região de Salesópolis tem diversas cachoeiras, tornando
um lugar mágico para explorar, que nem sempre você consegue conhecer tudo numa
única viagem.
Ao saber que a amiga da minha filha iria junto, já me
adiantei, e comprei uma barraca menor, para eu dormir sozinho, e deixar as duas
na barraca maior, sabendo que iriam falar a noite inteira. Outro fator que eu
precisava ter para a amiga, seria também outro bornal com equipamentos para ela
levar, porém, acabei montando uma pochete com EDC mais simples, porém dando
suporte devido.
Após monitorar o clima e chuvas, acabamos firmando a data,
sendo dia 11 de janeiro de 2025. Combinamos de sair de Santos as 5 horas da
manhã. Acordei minha filha, dei café da manhã, passamos na casa da amiga para
busca-la, e partimos em direção da balsa de Santos-Guarujá.
Seguimos em direção a estrada que liga Mogi à Bertioga, e
subimos a serra. Já na subida, eu estava um pouco apreensivo a respeito das
cachoeiras que são avistadas durante o trajeto, estarem com muito volume de
água, devido as chuvas dos dias anteriores, porém, já observei que estavam com
o fluxo normal, portanto, já melhorou meu ânimo a respeito, sabendo que nos
possibilitaria entrar nas cachoeiras e não ser arrastados.
Chegamos ao topo da serra, viramos à direita, seguimos pela
estrada, curtindo o visual maravilhoso, e até mesmo parando para tirar fotos.
Estrada com movimento de carros bem abaixo do meu esperado, por se tratar de um
sábado de janeiro.
Entramos na cidade de Salesópolis, e fomos direto ao parque
dos pinheirinhos, aonde fica o camping dos Pinheirinhos. Demos a sorte de
encontrar o Robson logo na porta, o qual nos orientou por onde entrar com o
carro, e deixou a livre escolha o local de onde montar as barracas, além de
fazer um “Tour” para apresentar o camping.
Após montar as barracas, colocar alimentos na geladeira, e
deixar quase tudo bem organizado (nunca tem 100% de perfeição, e isso é bom
para quebrar um pouco a rotina), saímos em busca da cachoeira da paçoca.
Passeamos pela estrada de terra, chegando a um entroncamento que tivemos a
escolha de direita ou esquerda. A esquerda foi a escolha para chegar a primeira
usina hidroelétrica do Brasil (pelo menos eu acho que li isso em algum lugar),
e lá fomos nós. Estrada de terra com cascalho, sem lama (que era minha
preocupação, pois era um carro alugado), até chegarmos ao portão, e ler a placa
que só iria abrir as 10h, e ainda faltavam quase 25 minutos. (https://maps.app.goo.gl/Sv3sJ1tTDeczMLbG7)
Conversamos no carro, e decidimos voltar mais tarde, e ir
procurar a tão esperada cachoeira da paçoca.
Voltamos todo o caminho até o entroncamento, e seguimos a
estrada, rodeando o enorme rio Tietê, aonde pudemos avistar a cachoeira da
pedra branca (não achei que tinha alguma trilha para chegar até ela, portanto,
não paramos) (https://maps.app.goo.gl/DKpsXe5qCrb2TVbL6)
, e continuamos até passar pela cachoeira do tobogã (https://maps.app.goo.gl/6XvB35U52bN2QSnK9)
, aonde já tinham carros estacionados, e pessoas se banhando.
Achei bem interessante, porque existem diversas praias nas
margens do rio, semelhante a uma represa, aonde as pessoas optam em passar o
dia, fazer churrasco, pescar, ou até mesmo acampar. Muitos pescadores, pessoas
andando de jet-ski, e fazendo outras atividades.
Optamos em continuar em busca da cachoeira da paçoca.
Continuamos a estrada, que passavam dentro de fazenda, e
alguns trechos com condições bem ruins, principalmente por eu estar com carro
1.0 e alugado, sem tração das 4 rodas. Em algumas ladeiras eu já comentava no
carro que seria difícil retornar, mas a emoção da aventura deu lugar a razão.
Seguimos até um ponto, aonde eu parei, olhei bem a ladeira que teria que
descer, aonde tinha uma pedra no alto e seguia uma inclinação de
aproximadamente 45°, contando com muito cascalho solto dentro de uma terra com
muita erosão. Já logo vi que não daria para subir de volta. E, com estávamos
seguindo o GPS do Google, perguntei para minha filha quanto demorava. A
resposta foi que faltava 800 metros. (https://maps.app.goo.gl/PxkQSGDBYnbFVTzSA)
Parei, respirei, e perguntei se elas se importavam em
caminhar esses metros restantes. Como a resposta foi positiva, optamos em
deixar o carro no alto da ladeira, já virado para retornar, e trancamos com as
coisas dentro. Eu optei em levar meu bornal com o facão (para cortar mato, se
necessário), cantil, além da toalha.
Caminhamos um período até chegar em outro entroncamento, que
apresentava uma placa com seta para esquerda, seguimos até numa curva, aonde o
GPS falava que era a cachoeira. Daí que vimos que estávamos enganados. Tinham 3
toneis e um caminho ao lado, que não levava a lugar nenhum, e sem barulho de
água caindo. Decidimos retornar para o carro, e voltar para cachoeira do
tobogã.
No caminho de volta para o carro, encontramos um casal de
moto, paramos para conversar, e continuamos o caminho de retorno a pé, e eles
seguiram para tentar achar a cachoeira.
Subimos a ladeira com dificuldade, devido a erosão e
cascalhos soltos, e realmente percebemos que se tivéssemos descido com o carro
alugado, não teria como retornar por esse mesmo caminho.
Chegamos no carro e fomos embora. No meio do caminho, passamos por vários trechos com muito cascalho solto entre erosões na terra, tendo dificuldade até de controlar o carro. Mas, teve um momento que foi mais tenso. Fiz de tudo para evitar encalhar o carro, mas a erosão era enorme, e senti que o carro “sentou” em uma pedra, e perdi a tração das rodas (não sei se as 4 rodas estavam em contato com o chão), mas, com muita sorte, em uma fração de segundos que passaram milhões de pensamentos na minha cabeça, sabendo que estava com minha filha e uma amiga, eu não consigo falar se foi perícia no volante junto com sorte, mas virei rápido o volante, acelerando, até conseguir tração (acho q não deixei nem o carro parar o balanço) e nos tirei daquela situação. Acho q o ar condicionado estava no mínimo, pois suei muito nessa hora. E continuamos o caminho, passando por mais outras dificuldades menores durante o trajeto.
Chegamos na cachoeira do tobogã, e ao abrir a porta para nos
prepararmos, ouvimos o FUNK. Lá estava um carro, de família, com porta malas
aberto, tocando funk muito mais alto que qualquer lugar permite. Em fim, era
isso para poder entrar na cachoeira.
Chegamos para conhecer, e aproveitamos o máximo que pudemos.
Água gelada, perfeita para lavar a alma na cachoeira. Descemos até a praia pela
trilha, e escorregamos um pouco no tobogã. Ainda fomos caminhar até outra
prainha, e voltamos para o carro (acho que 40 minutos foi o tempo que ficamos).
Ao voltarmos para o carro, enquanto nos organizávamos para ir embora, apareceu
o casal que falou conosco na trilha para a cachoeira da paçoca. Falaram que
conseguiram achar, mas a placa que orientava para esquerda, estava errado, e
tinha que ir mais um pedaço de chão para a direita, mesmo assim, não é fácil
achar. Então deixamos essa para realizar como “missão” em outra ocasião.
Voltamos pela estrada de terra e cascalho que circunda as
praias da margem do rio Tietê (ou rio Claro, como encontramos no Google), e
aproveitamos para parar no acampamento, já que passamos pela porta. Trocamos de
roupa, e voltamos para o carro.
Fomos até a nascente do rio Tietê, para mostrar para amiga
da minha filha, mas, no meio do caminho eu já percebi que elas estavam
acabadas, fechando o olho e dormindo na estrada.
Chegando no local, pela estrada de terra batida e cascalho, fomos na nascente, aonde sempre tem alguém contando as histórias do local, e bebemos na bica, um pouco de água do rio Tietê. Passeamos em uma das trilhas que tem alí, e passamos no museu.
Saindo de lá, um dos guias falou de outra cachoeira. Lá
fomos nós atrás de outras cachoeiras.
Passamos pela cachoeira da porteira preta (https://maps.app.goo.gl/kYZVFnJUxVXaYYug8)
, cachoeira do paredão, do outro lado da lanchonete irmãs Macedo (https://maps.app.goo.gl/m53ES25EgBBeyvrM6)
, e paramos no bar e pousada (acho) Pé No Chão (https://www.instagram.com/penochao23/), aonde fomos muito bem
recebidos, e todos são muitos simpáticos. Aliás, essa região as pessoas são
muito cordiais e receptivas. Esse foi um motivo que escolhi voltar para lá. E,
apesar de não entrarmos na cachoeira nesse local (pois tinha uma trilha para
descer e teria que voltar também, e elas estavam acabadas), fomos orientados
para ir na cachoeira do Altino (https://maps.app.goo.gl/GaustXGHZSj3Xaxr5) (KM 112, vire a esquerda, e segue a estrada
de terra e cascalho, passando por dentro da fazenda, e chega na cachoeira).
Além de, ao conversarmos, fomos instruídos que, para ir na cachoeira da paçoca,
é mais fácil entrar por Biritiba Mirim, na estrada da Casa Grande (acho que é
isso). Também é outra instrução a ser seguida quando voltarmos para conhecer.
Seguimos a estrada até achar o KM 112, e entramos no caminho
para a cachoeira do Altino. Lugar maravilhoso, onde ficamos por mais uns 30
minutos, e fomos embora. Percebi que elas estavam no limite do cansaço.
Voltamos para o camping, onde puderam tomar banho quente, e
eu preparei o almoço de final de tarde. Acendi a fogueira com a lenha que o
Robson deixou separado para mim, e depois que anoiteceu, eu fiquei mais um
tempo acordado, e fui p minha barraca. Quando acordava, ouvia as duas
conversando na barraca do lado.
No dia seguinte, acordei antes do galo cantar, e fui
agilizando para fazer meu café, e organizar para acordá-las.
Tomei meu banho matinal, fiz meu café, fui desmontando minha
barraca, e depois fui acordá-las para que pudesse servi-las com o café também. Depois
organizei e guardei tudo para ir embora.
Optamos voltar pelas estradas internas, até Ribeirão Pires (acho que é rodovia Indio Tibiriça),
assim teríamos a chance de visitar a torre Japonesa, na beira da represa. Porém,
não percebi que teria que agendar e comprar antecipadamente. E perdemos um
tempinho indo até lá, mas, também ganhamos por ser no caminho, então, não foi
tanto tempo perdido.
Acabamos optando mesmo por descer a serra pela via Anchieta,
e chegando em casa antes da tempestade que caiu.
Foi esse nosso passeio de início de ano.
Até o momento só estamos verificando algumas possibilidades
de trilhas, cachoeiras, e outras pequenas aventuras, pois os compromissos
escolares, pessoais, e as chuvas, ainda não deixaram uma folga para passearmos
mais vezes.





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