2026 Quase parado, e acabando...
Fora da Real 72 - 12º Publicação
A todos que me acompanham neste Blog, peço perdão por ter deixado de escrever, porém, não temos feito mais viagens de aventuras, devido aos compromissos sociais da minha filha de 17 anos (viu só como o tempo passa, né?). Festas de aniversários, encontros de amigas, e tudo que envolve adolescentes, apesar de sempre caminhar na praia de Santos, quando o clima ajuda.
No início de 2026, em Janeiro, nos dias de férias que minha filha passou junto comigo, fomos para Vitória do ES, passar alguns dias com minha irmã e a família dela (os primos e tio da minha filha).
Pudemos passear na orla da praia, e conhecer o mosteiro da Penha, entre outros passeios nos dias que ficamos por lá. Além de conhecer o projeto Tamar. Turistas mesmo.
Apesar de quase nenhuma viagem, durante as férias de Julho de 2026, tivemos a oportunidade de passar alguns dias no litoral norte de São Paulo, aproveitando a praia da Toninhas e Itamambuca para surfar e caminhar, em Ubatuba. Além de uma parada em Maresias, pegando dias de calor (El Ninho), juntamente com por do sol maravilhoso em ambos os lugares.
Engraçado que sempre fui muito para o litoral norte de São Paulo, mas não lembro de ter ido para Ubatuba, apesar de ter uma vaga lembrança de uma vez ter conhecido alguma praia por lá, ou Paraty..
Uma amiga nos convidou para passar alguns dias na casa dela, e aproveitamos para ir.
no dia anterior, fomos assistir o show do Camisa De Vênus (banda dos anos 80) que eu gosto muito. Já às 4 horas da manhã, acordamos, comemos comida leve, e fomos embora. Vimos o dia clarear na balsa de Santos - Guarujá, e pegamos a estrada Rio Santos, direto pelo litoral, com tempo excelente, e muito sol na cara. Por ser um domingo, não havia trânsito.
Chegamos na casa em Ubatuba por volta das 10 horas, e tomamos café com o pessoal acordando. Dali partimos para procurar qual praia teria melhor condição de surf, com tamanho razoável e pouca gente. Apesar do horário não colaborar com a quantidade de gente na praia, aproveitamos algumas ondinhas, e caminhamos pela praia da Toninhas, onde encontrei uma edificação antiga, gigante, construída no morro, do lado direito da praia (acredito que é um hotel), que me deixou impressionado da arquitetura antiga que deixa você encantado pela beleza. O meu encantamento se dá ao ver as construções antigas, com muita qualidade e estética, feita num período que pouco se tinha tecnologia. Estradas de ferro, e outras desse tipo me impressionam pela história de como foi feito, através de muito suor e sangue (pois trabalhadores morriam nessas empreitadas).
Saindo da praia, fomos direto para um restaurante, onde assistimos o jogo final da copa do mundo.
No dia seguinte, acordamos mais cedo, e fomos direto para praia de Itamambuca para surfar, porém, tinha um campeonato brasileiro rolando no canto direito (especial) que nos “jogou” para o meio da praia. Mas valeu bastante. depois disso, outra caminhada pela praia inteira, aproveitando a natureza linda do lugar.
Aproveitamos para almoçar e jantar num restaurante na entrada de Itamambuca.
No dia seguinte saímos cedo para encontrar algumas amigas da minha filha em Maresias, onde passeamos, aproveitamos a praia, e pegamos um final de tarde lindo (acho que consigo colocar fotos aqui na sequência para você conseguir entender).
Jantar, brincadeiras, fomos dormir, e no dia seguinte, já voltamos para Santos.
Não houve exploração pela natureza, apesar de eu insistir com minha filha e as amigas para fazer a trilha do mirante de Maresias-Paúba. Adolescente já fica difícil, em “quadrilha” então, não dá para convencer.
Os planos na minha cabeça, para voltar a desbravar novos lugares estão a mil por hora, Mas, como ainda estou sem um carro para levar e trazer, fica mais complicado fazer planos para lugares que eu gostaria de conhecer.
Além de ter adotado uma filhote de cachorro vira lata (chamam de fiapo de manga - dei o nome de Pitty (roqueira)), que precisa de vacinas, antes mesmo de colocar na estrada, nos impedindo de fazer distâncias de longo alcance sem ela estar junto. Mas espero que em breve, se torne mais uma companheira de estrada e histórias.
Uma novidade que eu acabei "compondo" para tentar levantar alguns trocados, com o intuito de auxiliar nas aventuras, é uma lista de indicação (afiliado) de produtos que eu utilizo nas viagens (como já descrevi nos relatos anteriores), e outros que eu ainda tenho vontade de adquirir (um exemplo é a estação de energia solar, para quando eu conseguir adquirir um carro preparado para Overland).
Mercado Livre - https://meli.la/196zpTN
Sempre gosto de lembrar que o mais importante é sair do sofá, e colocar o pé na estrada (ou na lama). Quando você faz uma viagem de aventura, sendo trilha de carro, a pé, acampamento, bike, corrida de aventura, air soft, cachoeira, e outras áreas conectadas, no meu entender, há um ganho de cultura, bem estar, e conhecimento envolvido. Além de sempre lembrar daquele ditado: “um bom marinheiro não se faz com mar calmo”; juntando com o ditado do canal de Youtube OUTROS QUINTAIS (acho que o nome do apresentador é Bruno), que fala “bora conhecer outros quintais”. Esse eu gosto e recomendo (gosto particular). https://youtube.com/@outrosquintais_?si=SlPjWRltAWcjmROf
Só para deixar mais claro ainda sobre carro Overland.
A muitos anos atrás, eu frequentava muito o litoral norte de São Paulo (Maresias, Camburi, Juquehy, e outras praias ao lado), sempre ficando na casa de amigos, até eu ter uma minha, que mantive durante 20 anos. Porém, já houve duas ou três vezes (já tive mais outras situações em outros lugares) de eu ir, achando que teria onde dormir, e “dei de cara na porta”. Mesmo assim, acabei indo com alguma coisa para lanchar, dentro do carro, prancha (porque o intuito dessas viagens sempre foi focado em suf), pouca roupa, e dinheiro no bolso e talão de cheque (não existia PIX, TED, Celular, e cartão de crédito era para poucos).
Nessas vezes que fui sem rumo, cheguei, surfei, passei o dia, comi em padaria, dormi no carro, tomei ducha (banho) em bar na frente da praia, e voltei no dia seguinte, depois de outra sessão de surf. Isso era o MEU espírito Overland, sem carro preparado. Me cobria com a toalha, e deitava no banco do carro. Travesseiro era a mochila. Até a praia de Castelhanos, em Ilha Bela, eu encarei com um Gol quadrado, em 1994. Era uma época boa. Sem tecnologia, e muitas vezes você estava por conta própria.
Quando falo de Carro preparado para Overland, vejo algo simples. Tenho como um grande exemplo a Vivian Telles https://www.instagram.com/vivianctelles/ , que adaptou o seu Pegeout 2008 num car camp, e passou 1 ano viajando pela Argentina, explorando Ushuaia, e outros lugares incríveis. Demonstrando que com muita vontade, e algum preparo, consegue ir muito longe, sem necessidade de ter aqueles Overland gigantescos 4X4, para explorar até o alto da montanha mais difícil. Ainda estou esperando ansiosamente que ela escreva um livro sobre essa viagem maravilhosa, que acompanhei desde o início pelo Instagram e Youtube.
( essa imagem de internet, é ó uma referência)Agora eu preciso aguardar a nossa cachorrinha (Pitty), tomar as vacinas, e depois disso, vamos tentar fazer outras aventuras de curto tempo para ter histórias incríveis para contar para vocês.
Não esqueçam de dar uma olhada na “loja” do Mercado Livre, e em breve espero também colocar algumas camisetas (que refiz a logo com a Inteligência Artificial - espero que tenham gostado) para venda.
Torço por novas aventuras, e relatar aqui para vocês. Até Breve.









Comentários
Enviar um comentário