Fim de ano (2024) + Cobra na cachoeira.

 


Essa é a 10° postagem do blog. Para finalizar o ano de 2024. E desejar Boas Festas a todos que nos acompanham.

Em 2024 foi ano que iniciamos as aventuras, apesar de ter feito pouca atividade, devido correria do dia a dia, e foi o ano que preparamos os equipamentos (espero usar bastante nos próximos anos).

As caminhadas na praia (mais frequente) com muita conversa, shows, teatros, exposições de artes, jantares, e outros eventos (exemplo: muitas festas de 15 anos), deram lugar as aventuras, pois essa idade, a vida social da minha filha, ocupa muito mais espaço.

Mas, fazendo uma pequena retrospectiva de 2024, referente as aventuras, tivemos trilha noturna no pico do Lopo (Extrema), remo de canoa havaiana, camping em Salesópolis (aonde bebemos da água do Rio Tietê, na nascente), Limeira e Iracemópolis (pequena trilha e mirante), Paint Ball, e algumas seções de  surf e patins.

Ainda em 2024, fizemos um “bate e volta” em Águas de Lindoia, num final de semana de Novembro, aonde pudemos ir para a cachoeira.

Ao chegarmos lá, tinham pessoas assustadas e falando alto (também com latas de cerveja na mão), e já vieram correndo alertando que tinha uma cobra na água, e que seria melhor não entrar na cachoeira.

Para quem conhece a cachoeira da ponte (caminho e divisa com Itatiba), sabe que é uma queda de água pequena, e ao lado da ponte da estrada. De fácil acesso. Porém, deve ser notado e ter como princípio que nós humanos, estamos invadindo o habitat natural dos animais. E, encontrar uma cobra, não é algo estranho.

 Cachoeira da Ponte  https://maps.app.goo.gl/CawZc8tyZiGkYSqb6        -22.479427, -46.659501      

De imediato vem na minha cabeça que os animais estão mais assustados em nos ver (por estranhar), do que nós a vê-los. Pois, eles só irão atacar, se estiverem se sentindo em perigo (para se defender), ou com fome. Além do ponto que tento passar e ensinar para minha filha, é que, da natureza (trilhas e qualquer outro local), devemos trazer apenas fotos e lembranças, e nunca deixar nada para trás (como muitos deixam lixo por aí). Já vi cobra passar do lado de pessoas, e não fazer nada.

Mas, nesse caso, tive a oportunidade de “sacar” logo meu celular do bolso, e fazer algumas imagens para registrar. Chegando um pouco mais próximo que as pessoas estavam, e, todas gritavam assustadas, fazendo com que assustasse a cobra, e ela se escondesse.


Não sou especialista em cobras, e o pouco que achei na internet, ao procurar “cobra de cachoeira”, apareceu as espécies Sucuri, Jiboia e Jararaca. Porém, se foi alguma dessas espécies que eu filmei, acredito que seja filhote, pois o tamanho era muito pequeno.

Se alguém que leu até aqui, e assistiu o vídeo que coloquei acima, souber qual o tipo de espécie dessa cobra, peço que comente, para eu também aprender.

Depois de ter filmado, fui com minha filha caminhar e fazer a trilha para o alto da cachoeira, e curtir um pouco a mata. è uma trilha bem pequena, que dá a volta pela cachoeira, subindo até a parte mais alta, e dando acesso ao rio que corre ali. 

Estávamos testando uma câmera nova, mas, infelizmente as imagens não foram gravadas. Não sei se é falta de conhecimento da minha parte, ou alguma configuração que eu não sei ajustar.

Porém, como falei, foi um “bate e volta” de Santos a Águas de Lindoia, saindo sábado cedo, e voltando no domingo de manhã.

Além da cachoeira, pegamos o caminho do morro 7 curvas, e fomos fazer o “Off-Road” até o morro pelado (mesmo com carro alugado). Minha filha adora off-road e trilha com carro. 

Nesse caminho, a parte asfaltada vai até um certo limite, depois entramos na parte de terra, desviando de buracos e valetas causados pela erosão e chuvas. Mas, como não estava tão lamacento, deu para passear bastante, até chegarmos ao pesqueiro do morro pelado. De lá, descemos o morro pelo asfalto.

A muito tempo atrás, por volta de 1995, ou 96, eu ia com amigos num carro (GOL) antigo, aquele quadradinho (não existia a opção que tem hoje de alugar 4x4 por lá), e, essa estrada para subir era toda de terra, com erosão. Chegávamos até o terreno que tem esse pesqueiro, e ainda contornávamos o morro para subir até o cume, de carro, tendo vezes que, de tão ruim que estava esse trecho mais íngreme, eu tinha que deixar o carro no caminho, para subirmos o restante a pé. Mas aconteceu poucas vezes, frente a quantidade que eu fui durante minha vida. Gosto muito do visual que se tem lá de cima.  Foto da visão do Morro Pelado.

2024 foi isso. Vamos ver se conseguimos, agora que estamos melhorando e substituindo alguns equipamentos de camping,  ter mais oportunidades para testa-los, e estender nossas aventuras, além conhecer mais lugares, com camping estruturados. Pois ainda acho cedo para ela ir para um camping selvagem, mas, deixo essa opção para ela decidir nas próximas aventuras. Lembrando que sempre deixo bem claro para ela, todos os pontos prós e contras, além da opção de desistir e voltar no momento que quiser (eu não tinha essa opção, sempre entrava em "ação" com amigos p ir até o fim). 


Vou comentar novamente que para "ligar os pontos", montei o Fora da Real 72, tanto no Facebook, no Youtube, e agora no Instagram.
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Mantenho a esperança que em 2025, venham mais aventuras com minha filha, tanto na área de camping, trilhas, off road 4x4, cachoeiras, airsoft e paintball, além de outras conexões, porém, sempre no foco do Hobbie, aprendizado, e diversão para minha filha. 


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